Festival Perifericu leva cultura de quebrada a SP com programação gratuita
De 1º a 6 de setembro de 2026, o Festival Perifericu celebra a diversidade cultural no Jardim Ibirapuera, São Paulo.
Festival Perifericu leva cultura de quebrada a SP com programação gratuita
O Festival Internacional de Cinema e Cultura de Quebrada, conhecido como Perifericu, promete agitar a zona sul de São Paulo entre os dias 1º e 6 de setembro de 2026. Com uma programação repleta de filmes, shows, rodas de conversa e oficinas, o evento tem como objetivo valorizar a cultura marginalizada e a diversidade presente nas periferias.
O que aconteceu
O Perifericu, que ocorrerá no Jardim Ibirapuera, é um festival gratuito que destaca a produção cultural de quebradas e suas vozes. Entre os destaques, estão 34 filmes de diretores LGBTQI+ selecionados para exibição, além de homenagens a figuras icônicas como Linn da Quebrada e Dona Madalena. A iniciativa surge como uma plataforma essencial para artistas e criadores de comunidades periféricas, promovendo a inclusão e a visibilidade.
Como tudo começou
A ideia do festival surge em um contexto onde a cultura das periferias frequentemente é sub-representada. Ao longo dos anos, movimentos culturais têm buscado espaços para expressar suas narrativas e o Perifericu se destaca como uma resposta a essa demanda. O Jardim Ibirapuera, escolhido como sede, simboliza a conexão entre a natureza e a arte, oferecendo um ambiente propício para a troca de experiências e conhecimentos. A programação foi cuidadosamente elaborada, trazendo uma diversidade de vozes e estilos.
O que ainda é rumor
Até o momento, não há informações adicionais sobre possíveis convidados especiais ou parcerias com outras instituições culturais. O festival tem atraído atenção nas redes sociais, mas detalhes sobre a logística de execução e segurança ainda não foram oficialmente divulgados.
Repercussão
A repercussão do festival nas redes sociais tem sido positiva, com muitos usuários expressando entusiasmo pela valorização da cultura de quebrada. As homenagens a Linn da Quebrada e Dona Madalena, em particular, geraram discussões sobre a importância de reconhecer figuras que representam a luta e a resistência nas periferias. Não houve pronunciamento oficial de organizadores, mas a expectativa é alta entre os participantes e a comunidade.
Com uma proposta inovadora e inclusiva, o Festival Perifericu promete ser um marco na agenda cultural de São Paulo, celebrando a riqueza e a diversidade das vozes que emergem das quebradas.