Apartamento de Matsunaga à venda tem quarto do pânico; entenda o caso
O apartamento onde Marcos Matsunaga foi assassinado está à venda por R$ 2,8 milhões, incluindo um quarto do pânico oculto.
Redação Vazou News•Redação Independente
Publicado em 03 de agosto de 2026 às 03:00
Introdução
O apartamento onde ocorreu o brutal assassinato de Marcos Matsunaga por sua esposa, Elize Matsunaga, está à venda por R$ 2,8 milhões. O imóvel, construído em 1990, possui um intrigante quarto do pânico, que se tornou um ponto de interesse e especulação entre potenciais compradores.O que aconteceu
Marcos Matsunaga foi assassinado e esquartejado por Elize Matsunaga em maio de 2012. Após o crime, que chocou o Brasil, Elize foi condenada a 19 anos, 11 meses e 1 dia de reclusão. O apartamento, onde o casal viveu, tem sido um assunto de discussão devido à sua notoriedade e ao crime que ocorreu no local. Além disso, o imóvel abriga um quarto do pânico, que está oculto atrás de um armário, adicionando um elemento peculiar à propriedade.Como tudo começou
- Maio de 2012: Marcos Matsunaga foi assassinado e esquartejado por sua esposa, Elize Matsunaga.
- Data atual: O apartamento foi colocado à venda por R$ 2,8 milhões.
A tragédia deixou um estigma na história do apartamento, que ocupa quatro pavimentos de um edifício na cidade de São Paulo. O crime gerou uma onda de curiosidade e repulsa, fazendo com que o local se tornasse um símbolo da brutalidade.
O que ainda é rumor
Embora Elize Matsunaga tenha alegado que o crime ocorreu após descobrir traições do empresário, essa afirmação não foi oficialmente confirmada e ainda é cercada de especulações. Circulam rumores sobre a dificuldade de venda do apartamento, atribuída à notoriedade do crime que ocorreu no local. No entanto, não houve um pronunciamento oficial sobre a situação da venda ou o impacto real que o caso teve no mercado imobiliário.Repercussão
Nas redes sociais, a venda do apartamento gerou reações mistas. Muitos usuários expressaram curiosidade, enquanto outros se mostraram céticos sobre a possibilidade de alguém querer viver em um lugar com um histórico tão sombrio. Alguns comentários destacaram a peculiaridade do quarto do pânico, com pessoas questionando a necessidade de tal espaço em uma residência. O caso continua a ser um tópico de debate entre os interessados em crimes reais e os que preferem manter distância de histórias tão macabras.A venda do apartamento de Matsunaga não é apenas uma transação imobiliária; é um lembrete sombrio de um crime que ainda ressoa na memória coletiva do Brasil.